Fascista xinga Dilma de “puta” e diz que era mais feliz do regime militar

É lamentável ainda verificar em pleno ano de 2017, xingamentos deste nível contra uma mulher. Os episódios de ódio e intolerância realizados pela direita brasileira, infelizmente não são novidade.


O dito comentário contra Dilma, foi realizado em nossa página no Facebook: “Cadeia pra vaca você era mais feliz no regime militar puta vagabunda”. disse o fascista.

Outros casos de ódio contra a presidenta

Em 2015, a Secretaria-Geral da Presidência da República teve que pedir a Polícia Federal para investigar a empresa que prestaria serviços de buffet no evento Dialoga Brasil, em Teresina, durante visita da presidente Dilma Rousseff; uma funcionária do buffet La Trufel, contratado pela Presidência da República, postou uma ameaça no Facebook: “hoje, a nossa presidente Dilma está em Teresina, e vou ter o ‘prazer’ de fazer o evento para ela e toda equipe. Queria saber dos meus colegas se alguém tem algum pedido especial, afinal é uma oportunidade única”; a publicação foi respondida por internautas com mensagens de ódio, inclusive com sugestões de envenenamento.

Também em 2015

Um jovem brasileiro contrário ao governo da presidenta Dilma Rousseff se infiltrou na comitiva da chefe de Estado, em visita aos Estados Unidos, para agredi-la verbalmente. O episódio aconteceu durante visita a Universidade de Stanford, nos Estados Unidos. Orgulhoso, o agressor compartilhou no Youtube os xingamentos proferidos à presidenta.


Por que tanto ódio?

O projeto da direita é de cerco e de aniquilamento das esquerdas brasileiras. Nesses termos, o assalto ao mandato da presidente é só um movimento, relevantíssimo mas só um movimento num cenário de grandes movimentações, a porta pela qual avançarão todas as tropas.

O projeto da direita é mais audacioso, pois visa à construção de uma sociedade socialmente regressiva e políticamente reacionária, com a tomada de todos os espaços do Estado. Boaventura de Sousa Santos chama a isso – as ditaduras modernas do século XXI — de ‘democracias’ de baixa intensidade.

O primeiro passo é a demonização da política. Já foi atingido.