Cotado para vice de Bolsonaro, Mão Santa chama professores de vagabundos e ladrões

De acordo com áudios abaixo, Mão Santa (SD-PI), prefeito de Parnaíba, a segunda maior cidade do Piauí, chamou os professores da rede pública de ensino de sua terra de vagabundos e ladrões.


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Doria usou offshore para comprar apartamento em Miami, mostram Panama Papers

Um dos possíveis pré-candidato do PSDB a presidente do Brasil, João Doria Jr., comprou uma empresa de prateleira do escritório panamenho Mossack Fonseca. Incorporada no paraíso fiscal das Ilhas Virgens Britânicas, a offshore Pavilion Development Limited foi usada pelo tucano para adquirir um apartamento em Miami (EUA) em 1998, por US$ 231 mil, sem que a propriedade aparecesse em seu nome.


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7 coisas que você precisa saber sobre João Doria

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Como o “gestor” Doria escapou da condenação na Embratur por um voto político do TCU

Esta é a primeira reportagem da série financiada pelos leitores do Diário do Centro do Mundo através de crowdfunding.

Por Joaquim de Carvalho – O prefeito de São Paulo, João Doria, gosta de se definir como um gestor, não um político. Mas a leitura do relatório do processo a que ele respondeu no Tribunal de Contas da União (TCU) permite várias conclusões, menos a de que fez boa gestão como presidente na Embratur, entre 1987 e 1988.


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João Doria: prefeito de São Paulo ou moleque do MBL?

André Singer é uma das grifes do jornal Folha de São Paulo, cientista político e professor da USP – seus leitores são o que se chama de “público qualificado”.
Singer deu ao prefeito João Doria a oportunidade perfeita de se apresentar como uma alternativa viável de candidatura à presidência da República. Singer fez um desafio a Doria, era o momento de Doria apresentar, se não um programa de governo, pelo menos, uma ideia central do que faria para tirar o Brasil da crise.


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MBL tucano: Estratégia é detonar Aécio e alavancar Doria

O Movimento Brasil Livre, conhecido por organizar manifestações contra a presidente afastada Dilma Rousseff, parece ter entrado de vez no mundo da política.


Com algumas lideranças específicas, vários candidatos para vereador e prefeito foram candidatos nas últimas eleições em 2016.

Um deles é Fernando Holiday, membro do grupo conhecido por criticar o ativismo negro no Brasil — mesmo sendo negro. Holiday foi eleito para o cargo na Câmara dos Vereadores em São Paulo pelo DEM.

Sua campanha contou com a presença atuante de seu “padrinho político”, o deputado Pauderney Avelino, líder do DEM na Câmara dos Deputados em Brasília. Avelino chegou a ser condenado pelo Tribunal de Contas do Amazonas (TCE-AM) por desvios de R$4,6 milhões em contratos superfaturados de aluguéis de imóveis para escolas.

Agora, o líder do MBL se transformou em espécie de advogado para todas as horas do prefeito eleito em São Paulo pelo PSDB, o empresário João Doria.

O pré-candidato João Doria ao lado do senador Aécio Neves, durante evento promovido por empresários em 2014 | Foto: George Gianni/ PSDB

E assim como Avelino, a imagem do prefeito tucano não é das melhores.

Em janeiro de 2016, a Apex Brasil, agência do governo federal comandada por David Barioni no governo de Dilma Rousseff, passou a dedicar mais recursos e atenção aos eventos promovidos pelo Grupo Doria. Segundo informações do jornal Folha de São Paulo, ao longo de dez anos, entre 2005 e 2014, a Apex patrocinou seis eventos do Grupo Doria. Só no ano passado, quando Barioni assumiu a chegia do órgão, cinco iniciativas do empresários receberam apoio financeiro da agência. O suporte da Apex rendeu, em 2015, cerca de R$950,5 mil ao pré-candidato do PSDB.

Curiosamente, os eventos patrocinados pela Apex e promovidos por Doria contavam com figuras importantes do PSDB. Um deles ocorreu em Nova York, onde participaram o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso e o governador de São Paulo e seu padrinho político, Geraldo Alckmin.


João Doria e David Barioni são amigos há mais de 20 anos, segundo o próprio pré-candidato. O discurso promovido pelo Movimento Brasil Livre e pelo próprio Fernando Holiday vão na completa contramão do caso: enquanto o grupo defende o controle total dos gastos públicos, dando maior abertura para a iniciativa privada, seu pré-candidato para a prefeitura de São Paulo recebeu quase R$1 milhão do Estado para realizar palestras e eventos no Brasil e no exterior.

Resultado de imagem para Doria MBL

Está claro que o objetivo do grupo é detonar o político tradicional, Aécio Neves, do PSDB para tentar passar uma imagem de organização “isenta”, e aproveitar para alavancar uma nova linha tucana de candidatos. Quem será que vai cair nessa?