Programa de Marcela Temer não começou a atender crianças

BRASÍLIA – Com orçamento comprometido no governo federal, estados e municípios, o Palácio do Planalto cogita parcerias privadas para o programa Criança Feliz. Apadrinhado pela primeira-dama Marcela Temer e lançado há sete meses, o Criança Feliz ainda não começou a atender beneficiários. Só para este ano, a verba prevista para o programa caiu de R$ 1 bilhão para R$ 300 milhões.


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Temer e PSDB acabam de vez com o Ciências sem Fronteiras

O ministro Mendonça Filho decidiu acabar de vez com o programa Ciência sem Fronteiras, criado no governo da presidente Dilma Rousseff, para enviar estudantes brasileiros para universidades dos Estados Unidos e da Europa; a alegação oficial é a de que o programa não traz resultados e os recursos, da ordem de R$ 3,2 bilhões, podem ser usados em outras finalidades, como compra de merenda escolar para alunos da educação básica.


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Temer suspende programa nacional de combate ao analfabetismo

Com uma das piores taxas de analfabetismo da América do Sul e sem cumprir compromissos internacionais na área, o Brasil interrompeu o programa federal que ensina jovens e adultos a ler e escrever.


Ao todo, 13 milhões no país não sabem decifrar nem um bilhete simples, o equivalente a 8,3% da população com 15 anos ou mais. Esse contingente era alvo do Brasil Alfabetizado, executado por Estados e municípios com verba do governo federal.

O Ministério da Educação afirma que o programa está em execução, mas prefeituras e governos estaduais relatam um bloqueio no sistema da pasta que impede o cadastro de alunos -o que inviabiliza o início de novas turmas.

A interrupção do programa foi confirmada pelo ministério a uma cidadã que o questionou sobre o tema por meio da Lei de Acesso à Informação. “Até o momento não há previsão de reabertura do Sistema Brasil Alfabetizado para ativação de novas turmas”, respondeu, em junho, a pasta chefiada pelo ministro Mendonça Filho (DEM).

Atualmente, só os alunos cadastrados antes desse bloqueio do sistema estão frequentando as aulas. De acordo com o ministério, são 168 mil no atual ciclo, iniciado em outubro do ano passado.

O número explicita o encolhimento do programa. Relatórios da pasta mostram que, até 2013 (dados mais recentes), eram ao menos 1 milhão de atendidos ao ano.

Folha de S.Paulo