Com Lula e Dilma, Educação recebeu mais investimentos e ganhou mais qualidade, da creche à pós-graduação

Prioridade número 1 dos governos Lula e Dilma, nos últimos 13 anos a educação brasileira deu um salto de qualidade e começou a construir um caminho de oportunidades e de futuro para todos. O orçamento cresceu fortemente: de R$ 18 bilhões em 2002 para R$ 115,7 bilhões em 2014. O aumento real foi de 218%. E novos recursos estão a caminho, com os royalties do Pré-Sal.


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Ciro Gomes: “Uma chapa com Haddad em 2018 seria o ‘dream team’”

Pré-candidato à presidência diz que a esquerda perdeu a hegemonia moral da sociedade. Critica o “ambientalismo difuso” de Marina e se considera o ‘Macron’ brasileiro.


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Comparando os números do Brasil de 2002 ao de 2013

Com este quadro é possível ter argumentos baseados em dados, com fontes seguras e oficiais (especificadas ao final), para realizar uma análise sobre a realidade brasileira em um curto período e assim conseguir fazer uma comparação entre os governos Lula e Dilma e os anteriores.


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Segundo especialistas, fome volta a assombrar famílias brasileiras

No armário suspenso sobre a geladeira quase vazia, sacos de farinha de milho empilhados de uma lateral a outra são a única abundância no casebre onde moram três adultos e uma criança, no alto de um morro do bairro de Santa Cruz, na Zona Oeste do Rio.


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Ibope confirma: Lula ganha de todo mundo em 2018

O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva segue como favorito na disputa pelo Planalto em 2018. Pesquisa inédita do Ibope mostra que Lula (PT) voltou a ser o presidenciável com maior potencial de voto entre nove nomes testados pelo instituto. Pela primeira vez desde 2015, os eleitores que dizem que votariam nele com certeza (30%) ou que poderiam votar (17%) se equivalem aos que não votariam de jeito nenhum (51%), considerada a margem de erro. Desde o impeachment de Dilma Rousseff, há um ano, a rejeição a Lula caiu 14 pontos.


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Ex-diretor da Odebrecht ameaçou Dilma para frear Lava Jato e disse que ia derruba-la

A matéria, hoje, no Congresso em Foco, na qual o ex-diretor da Odebrecht João Nogueira diz que o empresário Marcelo Odebrecht, ex-presidente do grupo, fez ameaças a Dilma Rousseff para tentar frear as investigações da Operação Lava Jato, é mais um sinal de que há, entre a empresa e o PT uma relação de ódio, não de cumplicidade como se transmitiu à opinião pública.


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Rodrigo Janot libera Mandado de Segurança que pede a anulação do impeachment ao STF, afirma advogado

O procurador-geral da República, Rodrigo Janot, concluiu o parecer sobre o Mandado de Segurança que solicita que STF julgue a forma e o mérito do processo de impeachment da presidenta eleita Dilma Rousseff. As informação são do advogado Wallace Martins, um dos amicus curiae do MS em conjunto com o deputado federal Jean Wyllys (PSOL-RJ).


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Renan Calheiros antecipa tendência: aliança com Lula

Estar ao lado de Michel Temer é um péssimo negócio para todos os políticos que precisarem se reeleger em 2018. Como revelou a pesquisa Ipsos, para 90% dos brasileiros, o Brasil segue no rumo errado, com Temer na presidência. Coincidência ou não, na noite de ontem, o senador Renan Calheiros (PMDB-AL) publicou um vídeo, em que critica a terceirização e o aumento de impostos sobre a folha de pagamento, em que praticamente rompe com o projeto golpista (saiba mais aqui).


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Censura: juíza determina retirada de entrevista crítica a Alexandre de Moraes de site do PT

A Justiça determinou que o PT retire de seu site uma entrevista com o ex-ministro da Justiça, Eugênio Aragão, publicada dia 11 de janeiro, em que ele faz críticas a Alexandre de Moraes, recém nomeado para o STF.

Moraes argumentou que havia “informações falsas e difamatórias” que maculavam a sua “honra, reputação e credibilidade”, o que estava “lhe causando prejuízo moral”.

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O golpe de Aécio resultou em sua morte política e pariu Bolsonaro 2018

Por Kiko Nogueira – O golpe engendrado por Aécio Neves e cia. resultou numa vitória de Pirro que pariu Jair Bolsonaro 2018.




A guinada à direita dos tucanos, que num certo momento assustou até FHC, o blábláblá contra o bolivarianismo, o financiamento de “movimentos de rua”, o casamento com o PMDB — quem ganhou com esse caldo não foram Aécio, Alckmin ou Serra.

JB vai se firmando como o anti Lula prometido na Bíblia. A nova pesquisa CDN/MDA é prova disso.

O PSDB é sócio de Temer num governo lixo em queda livre de desaprovação: foi de 51% em outubro a 62% em fevereiro.

Os que avaliam como ruim ou péssimo subiram de 37% para 44%. A aprovação de Temer parou, por enquanto, em 10%, com tendência de queda.

Na espontânea, Aécio perde para Bolsonaro: 6,5% contra 2,2%. Alckmin fica em sétimo, empatado tecnicamente com Dilma (0,9% e 0,7%, respectivamente). Na estimulada, Geraldo aparece em quinto.

A aposta na instabilidade, na aliança com Cunha, na esperança de se livrar da Lava Jato, levou os pessedebistas a ser vistos não como alternativa à corriola temerista, mas como continuidade.

Bolsonaro, por outro lado, é a coisa autêntica, o real deal, como gostam os americanos. Ele é a extrema direita que o PSDB tentava esconder no armário.

Houve a conhecida imensa da mídia, claro, com sua demonização seletiva do PT. Em abril de 2016, depois que Bolsonaro homenageou o coronel Ustra na votação do impeachment, Miriam Leitão, por exemplo, se indignou.

“A democracia brasileira precisa ser defendida pelos pares do deputado Jair Bolsonaro. O voto dele é apologia de dois crimes, fere duplamente a Constituição. Por que não sofre um processo de cassação pelo Conselho de Ética da Câmara dos Deputados?”, escreveu ela em seu blog.

Ora.

Se ela e a empresa para a qual trabalha tivessem dedicado a Jair um terço do tempo dedicado a destruir Lula, Dilma e o PT, talvez o Brasil não corresse o risco real de mergulhar no fascismo. Na política não existe vácuo.

A farsa do impeachment deu na jararaca mais viva do que nunca e num Bolsonaro crescendo nas entranhas do cadáver político de Aécio Neves.

Confira também abaixo, Aécio: “Lula não é competitivo para eleições”