Supremo Tribunal decide: condução coercitiva é inconstitucional

A maioria dos ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu há pouco impedir a decretação de conduções coercitivas para levar investigados e réus a interrogatório policial ou judicial em todo o país.


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“Sou fã do juiz brasileiro”: Cármen Lúcia e a defesa débil e piegas de sua casta após o voto de Gilmar

Por Kiko Nogueira – Gilmar Mendes detonou os privilégios da casta do Judiciário em seu voto no julgamento do foro privilegiado no STF. Dedicou boa parte de seu par de horas de explanação às mamatas do pessoal.


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Temer se reúne com Cármen Lúcia na casa dela

O presidente Michel Temer visitou neste sábado (10) a presidente do STF (Supremo Tribunal Federal), Cármen Lúcia. O encontro ocorreu na casa da ministra, em Brasília, e foi feito a pedido do presidente, que telefonou para ela durante a semana para pedir a reunião.


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Morte de Teori Zavascki completa 6 meses e nenhuma investigação

A morte do ministro do STF (Superior Tribunal Federal) Teori Zavascki completa seis meses nesta quarta-feira (19); a investigação sobre a queda do avião, porém, não tem prazo para ser finalizada; no momento, o Cenipa (Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos), responsável pela apuração de acidentes de avião no Brasil, espera laudos da Polícia Federal e realiza as últimas análises para elaborar a minuta do relatório final, que será enviado ainda para os EUA e o Canadá para investigação adicional


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Repleta de bandidos. “Solução Michel” da mais trabalho que o previsto para o STF

São emblemáticas as conversas ocorridas em março passado, quando o então ministro do Planejamento, senador licenciado Romero Jucá (PMDB-RR), sugeriu ao ex-presidente da Transpetro Sérgio Machado que uma “mudança” no governo federal resultaria em um pacto para “estancar a sangria” representada pela Operação Lava Jato, que investiga ambos.


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Sociedade ainda guarda cicatriz do impeachment de Dilma, diz Barroso

o ministro do Supremo Tribunal Federal Luís Roberto Barroso afirmou nesta segunda-feira (29/5) que a sociedade brasileira ainda guarda cicatriz do impeachment da ex-presidente Dilma Rousseff e está dividida por causa do processo.


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Alexandre de Moraes é aprovado para o STF por 55 votos a 13

O plenário do Senado aprovou, 55 votos a favor e 13 contra, a indicação do jurista Alexandre de Moraes ao cargo de ministro do Supremo Tribunal Federal (STF). O ministro da Justiça licenciado poderá ficar na Suprema Corte até 2043.




Antes da votação, Moraes foi submetido, na terça-feira (21), a uma sabatina na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Casa. Na comissão, a indicação de Moraes foi aprovada com 19 votos favoráveis e 7 contrários.

Moraes vai ocupar a vaga deixada por Teori Zavascki, morto em um acidente aéreo em Paraty (RJ), em janeiro deste ano, e será o 27º ministro do STF no período democrático.

Antes de assumir o Ministério da Justiça a convite do presidente Michel Temer, Moraes foi secretário de Segurança Pública do estado de São Paulo, no governo Geraldo Alckmin, cargo que exerceu de janeiro de 2015 a maio de 2016.

Alexandre de Moraes era filiado ao PSDB até receber a indicação para a Suprema Corte. Autor de livros, Alexandre de Moraes plagiou trechos inteiros da obra do jurista espanhol Francisco Rubio Llorente (saiba mais).

Além dos cargos no governo paulista, Moraes ficou conhecido como “supersecretário” da gestão de Gilberto Kassab na prefeitura de São Paulo. Entre 2007 e 2010, acumulou os cargos de secretário municipal de Transportes e de Serviços, presidiu a Companhia de Engenharia de Tráfego (CET) e a SPTrans, empresa de transportes públicos da capital paulista. De agosto de 2004 a maio de 2005, também exerceu a presidência da Fundação Estadual para o Bem Estar do Menor (Febem), hoje Fundação Casa.

Moraes também foi advogado de Eduardo Cunha, ex-presidente da Câmara. Na sabatina do Senado, negou que tenha advogado para a facção criminosa PCC (Primeiro Comando da Capital).

Com informações de Pragmatismo Político.