São 11 Ministros no STF, mas dos 7 inquéritos de Aécio, 3 foram sorteados para Gilmar

Eduardo Guimarães, Blog da Cidadania – Está ficando claro para todos os brasileiros como a Justiça trata políticos de forma diferente de acordo com a filiação partidária de cada um. O caso mais emblemático é o de Aécio Neves. Há pouco mais de um mês, o país ouviu, estarrecido, o tucano confessar vários crimes. Qualquer pessoa nessa situação teria sido presa em flagrante. Mas Aécio não é qualquer pessoa.


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‘Senado não concorda com afastamento de Aécio’, diz presidente do Conselho de Ética do Senado

BRASÍLIA – Eleito pela sexta vez para presidir o Conselho de Ética do Senado, João Alberto Souza (PMDB-MA) disse não sentir, no pedido de cassação do mandato de Aécio Neves (PSDB-MG), o mesmo “clima de pressão” que houve, por exemplo, com Delcídio Amaral (ex-PT-MS), cassado no ano passado.


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Aécio: o Brasil escapou das mãos de um jagunço de terno

Por Kiko Nogueira – Um jagunço.

O Brasil escapou de ser governado por um jagunço em 2014. O mesmo jagunço que arquitetou um golpe, se aliou a uma corja e que agora conta os dias para ir para a cadeia.


A cena descrita na gravação de meia hora, feita no dia 24 de março no Hotel Unique, em São Paulo, quando Aécio Neves pediu 2 milhões de reais ao dono da JBS, é a seguinte, segundo o Globo:
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Doria usou offshore para comprar apartamento em Miami, mostram Panama Papers

Um dos possíveis pré-candidato do PSDB a presidente do Brasil, João Doria Jr., comprou uma empresa de prateleira do escritório panamenho Mossack Fonseca. Incorporada no paraíso fiscal das Ilhas Virgens Britânicas, a offshore Pavilion Development Limited foi usada pelo tucano para adquirir um apartamento em Miami (EUA) em 1998, por US$ 231 mil, sem que a propriedade aparecesse em seu nome.


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7 coisas que você precisa saber sobre João Doria

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Com maior rejeição entre políticos, Aécio vira pó para eleições em 2018

O prefeito de São Paulo, João Doria (PSDB), 59 anos, é o tucano mais bem posicionado na disputa presidencial de 2018, revela pesquisa nacional do DataPoder360.


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Promessa de Doria, pobres em “hospitais de rico” citados por Doria representam 4% de exames do Corujão

Eram 13h do dia 21 de fevereiro, uma terça-feira, quando o prefeito de São Paulo, João Doria (PSDB), discursava para uma plateia de “empresários, políticos e autoridades”, segundo a organizadora do evento Conexão Empresarial, a VB Comunicação, em Nova Lima (24 km de Belo Horizonte).


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Se a justiça fosse séria, Aécio Neves já estaria preso

O lobista Fernando Horneaux Moura, condenado a 16 anos e dois meses de prisão no âmbito da Lava Jato, participou de acareação com o ex-diretor da Engenharia de Furnas Dimas Fabiano Toledo no inquérito que apura o suposto envolvimento do senador Aécio Neves (PSDB) em um esquema de corrupção na estatal de energia.



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Caso Banestado: Senador Requião relembra maior roubo do Brasil

O senador Roberto Requião fez um duro pronunciamento sobre a mãe de todas as corrupções.


Não foi mensalão, não foi petrolão.

Foi o Banestado.

(Na época, a imprensa não dava apelido com “ão”, não fazia infográficos, charges, não fazia campanha).

Os desvios chegaram a mais de US$ 124 bilhões, ou quase R$ 500 bilhões.

Calculem aí quem souber o quanto isso significaria hoje, contabilizando a inflação.

O próprio Requião lembra que o valor correspondia a bem mais do que as reservas internacionais do Brasil.

É um escândalo totalmente tucano, mas nenhum tucano foi preso.

O juiz do caso foi Sergio Moro, alguns procuradores eram os mesmos da Lava Jato. Não fizeram nada.

Moro soltou Youssef, o principal doleiro do escândalo, e Youssef voltou a roubar.

Discurso de Roberto Requião.

Senhoras e senhores senadores,

Quero aproveitar hoje esse clima justiceiro que faz arder em santa ira os corações dos que levantam as bandeiras do civismo e da luta contra a corrupção, para lembrar o maior escândalo, o escândalo-mãe de todas as vergonhas e malfeitos recentes.

Vou relembrar aqui o caso Banestado, devassa feita entre os anos 1966 e 2002, época em que, como se sabe, o hoje tão indigitado partido dos trabalhadores era oposição. E o PSDB, PMDB, PTB, PFL, agora DEM, eram governo.

A investigação do caso Banestado, intitulada no âmbito policial de ‘Operação Macuco’, foi a maior investigação criminal do país de todos os tempos, e a precursora de outras grandes operações que se sucederam nas gestões dos presidentes lula e Dilma.

O caso Banestado começou na delegacia da Polícia Federal de foz do Iguaçu, para apurar o uso irregular das contas CC5 do banco, conforme menção do relatório final da CPI dos Precatórios, tendo, à época, contado com o entusiasmo e a colaboração do procurador da República Celso Três.

A foto mais obscena destes nossos tempos é da festa da IstoÉ

No futuro, essa foto, mais do que qualquer outra imagem, será a representação simbólica desses dias de caos e desesperança.

aecio-moro

É o instantâneo de todo o absurdo em que vivemos: um clarão sobre as personagens tétricas de uma ópera bufa patrocinada por uma revista que, hoje, é o emblema máximo da indigência moral da mídia e dos jornalistas brasileiros.

Nela, estão todas as deformações possíveis que resultaram do golpe parlamentar que derrubou uma presidenta eleita e jogou o País no lixo da História: o presidente ilegítimo, o juiz parcial, o senador patético, o governador bestial e o ministro sem sentido.

 Que o juiz da região agrícola e o senador multicitado na Lava Jato tenham sido flagrados entre sussurros e risadas, não há de admirar ninguém.

Essa intimidade obscena, protagonizada por essas duas figuras lamentáveis, em um convescote de quinta categoria, é, literalmente, o retrato da república de bananas que nos tornamos.

Publicado originalmente no Facebook de Leandro.

 

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